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Crivo sai na frente para analisar
cadastro positivo de pessoa física

Polêmicas à parte, o cadastro positivo para pessoa física deve entrar em vigor mais cedo ou mais tarde. Alguns fatores positivos relacionados à sua implantação devem acelerar esse processo como, por exemplo, o aumento do volume de crédito – benéfico tanto para quem cede o crédito como para o consumidor final – e a redução do spread bancário e das taxas de juros, em geral devido à redução de inadimplência.

Com a implantação do cadastro positivo para pessoa física, a forma de análise de crédito muda radicalmente. O consumidor final passa a ser avaliado não mais pelas informações restritivas, que estão na “praça”, mas sim por seu histórico de pagamento.

Avaliar o histórico de pagamento do consumidor implica a consulta de um volume de informações muito maior e das mais diversas fontes. Nesse cenário, a tecnologia ganharia ainda mais importância na análise de crédito. Hoje, ela é necessária para automatizar o processo de análise de crédito e reduzir custos, entre outros benefícios. Com a chegada do cadastro positivo, ela passaria a ter um papel fundamental na análise de crédito.

“O volume de informações aumentaria brutalmente, inviabilizando a análise manual. É necessária a velocidade de uma máquina para a realização deste tipo de trabalho”, afirma Daniel Turini, sócio diretor da Crivo.

De olho nessa mudança no mercado de crédito, a Crivo já vem trabalhando no desenvolvimento do seu software para trabalhar com o cadastro positivo de pessoa física. “O Crivo já está preparado para essas mudanças. Desde o começo foi desenvolvido vislumbrando, se necessário, a mudança do processo de análise de crédito no Brasil”, destaca Turini.

Além de ser fundamental para lidar com o aumento expressivo do volume de informações geradas pelo cadastro positivo, o Crivo pode atuar também como sistema analítico de informações; dada a necessidade de contrabalancear informações positivas com restrições.

O software também colabora com outros especializados em criação de modelos estatísticos, capazes de entender o comportamento dos consumidores. “Futuramente, estes modelos poderiam ser colocados no Crivo”, prevê Turini. Além disso, com a evolução tecnológica do cadastro positivo nos anos posteriores a sua implantação, o mercado necessitará de um software ágil, capaz de se adaptar às mudanças que ocorrerão constantemente. A boa notícia é que o Crivo está pronto para isso.

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