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Rigor na concessão de crédito
e acompanhamento das operações
O Banco Central colocou em audiência pública e anunciou ao mercado uma proposta para implementação de estrutura do gerenciamento do risco de crédito. No documento divulgado ao mercado (clique para ver documento na íntegra), o BC anunciou a necessidade de se ter mais rigor na concessão de crédito.
A autoridade monetária se prepara para exigir que todas as instituições financeiras, incluindo as de menor porte, criem áreas de análise de crédito para prever possíveis problemas nos empréstimos.
O investimento adequado de bancos e financeiras em sistemas completos, como o Crivo, garante uma análise de crédito precisa do perfil do cliente e da operação. A solução da Crivo também permite a avaliação do histórico do cliente para futuras operações de crédito. Com isso, também é possível fazer um filtro de cadastros positivos para concessão de crédito segura.
A importância de se ter sistemas tecnológicos que suportem as novas exigências fica clara no documento divulgado pelo BC que ressalta que “práticas inadequadas na gestão da carteira de crédito” tiveram papel decisivo no aprofundamento das perdas na crise econômica externa, que está afetando a economia global.
De acordo com a autoridade monetária, a maior parte da atual regulamentação atual foca questões quantitativas. Já a nova medida tem por objetivo dar maior ênfase no aspecto qualitativo das operações de crédito.
Para isso, os bancos e financeiras de todos os portes terão que ter sistemas de tecnologia que possibilitem avaliar mais detalhadamente as operações, com vistas ao risco por cliente ou empréstimo. Dessa forma, será possível fazer uma análise individual, reduzindo drasticamente os riscos.
Hoje, a avaliação é feita genericamente, observando-se grandes grupos de clientes e transações, o que impede a análise precisa de acordo com o perfil de cada cliente e operação.
Além de uma estrutura de análise mais precisa, o texto divulgada pelo BC afirma que a análise tem de ser “compatível com a natureza das operações e complexidade dos serviços prestados, além da dimensão da exposição ao risco de crédito.
A exigência de que os bancos e financeiras tenham áreas de análise de crédito, em todas as pontas do processo, para prever problemas nos empréstimos resultará no ganho de qualidade e na diminuição do risco de uma crise como a iniciada nos Estados Unidos.
A boa notícia é que já existem tecnologias de automação de análise de crédito, como o Crivo, que pode estar em todas as pontas do processo dentro de um banco e financeira, garantindo precisão com ganho de qualidade e, inclusive, redução de tempo no processo de análise.
O Crivo faz a análise individual e automatizada, consultando mais de 130 fontes de informações em até três segundos. A solução ainda possibilita a criação de um banco de dados com o histórico de operações de cada cliente, que pode ser usado para avaliar futuras operações.
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