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:Como usar bem o SaaS?

11/02/2008 - Info Corporate.
O software como serviço virou realidade nas empresas. Conheça as vantagens e os limites desse modelo de compra de aplicações

Simples, barato e flexível, o software como serviço – ou SaaS, do inglês software-as-a-service – já virou realidade dentro das empresas. Em três anos, uma em cada quatro aplicações será negociada nesse modelo. A idéia básica prevê o fim das licenças e o pagamento de uma taxa que varia com o uso. De quebra, a TI ganha agilidade na atualização tecnológica. Mas o SaaS tem limites também. O principal é a dificuldade para customizar, o que torna o modelo pouco adequado para sistemas críticos. Está na hora de encarar o SaaS? Conheça a opinião de CIOs e especialistas sobre esse conceito.

A presença do modelo SaaS no mercado mundial de software vem se ampliando. Segundo o Gartner, o consumo de aplicações corporativas como serviço deverá aumentar 22,1% até 2011. A previsão é que, até lá, o SaaS venha a representar 25% do mercado de software utilizado nas empresas. A receita global gerada pelo SaaS, ainda de acordo com o Gartner, deverá atingir 11,5 bilhões de dólares em 2011 – mais que o dobro do obtido no ano passado, quando a receita foi de 5,1 bilhões de dólares.

Na Companhia Vale do Rio Doce, por exemplo, o conceito de software como serviço vem sendo usado há alguns anos. É o caso do sistema de coleta de informações financeiras (cotações de ações, aquisições de empresas etc.) sobre a Vale e outras companhias do setor de mineração e siderurgia. Outra aplicação utilizada no modelo SaaS, segundo Adriana Peixoto Ferreira, diretora de TI da Vale, é o acompanhamento da posição de navios em todo o mundo. Esse tipo de serviço é fornecido pelas agências marítimas com as quais a Vale tem contrato – e a aplicação costuma ser entregue como serviço.

Uma das principais diferenças entre o SaaS e outros modelos criados como alternativa à compra de licenças de software está na tecnologia adotada. De modo geral, as aplicações disponíveis nesses novos modelos foram desenvolvidas especificamente para o ambiente web, utilizando padrões abertos (como Java) e SOA (arquitetura orientada a serviços). “Isso facilita a integração com outros sistemas e também a migração de aplicações, o que elimina as amarras em relação ao fornecedor”, afirma David Dias, gerente de alianças estratégicas da IBM para a América Latina.

Essa flexibilidade para trocar a aplicação – e, conseqüentemente, o fornecedor – é um dos fatores que, de acordo com um estudo da consultoria McKinsey & Company, deverá fazer o modelo SaaS decolar. Muitos usuários acreditam que teriam um maior controle do relacionamento com os fornecedores se simplesmente pagassem uma taxa mensal pelo uso do serviço, que poderia ser trocado por outro caso não fosse satisfatório. É apenas uma hipótese, mas representa o sonho de muitos CIOs. Sem SOA, essa facilidade de integração não seria possível. “SOA permite criar camadas de aplicações na rede corporativa, o que facilitaria a substituição do software”, afirma Rodrigo Del Claro, diretor de relacionamento da Crivo, que dispõe de um software de automação de análise de crédito e risco oferecido exclusivamente como serviço.

A SAP lançou em dezembro, nos Estados Unidos e Europa, a solução Business by Design, voltada para pequenas e médias empresas e vendida como serviço. Ainda sem data prevista para chegar ao Brasil, a aplicação foi construída com arquitetura SOA. “É um ERP com funções padronizadas, que nasceu como SaaS, com a infra-estrutura e a aplicação empacotadas como serviço”, afirma Luís Verdi, vice-presidente sênior de vendas corporativas e alianças da SAP na América Latina.

Outro atrativo do modelo SaaS está na redução do custo total de propriedade. O estudo da McKinsey mostra que o TCO pode ser 30% menor em relação ao modelo convencional de compra de licenças de software, no caso de uma aplicação de CRM para 200 usuários. Na comparação feita pela consultoria, as despesas com a assinatura do serviço são até mais altas do que a compra de licenças do software. Mas em todos os outros itens avaliados o SaaS leva vantagem: o tempo e o custo de implantação são menores, não há necessidade de investimento em infra-estrutura, o treinamento de usuários é simples e, ainda, não é preciso pagar por atualizações nem por licenças muitas vezes não utilizadas.

Na verdade, o SaaS traz no DNA algumas características de modelos mais antigos de serviços de entrega online de software, como o ASP (Application Service Provider) – que ainda tem seus adeptos. Mas os fornecedores que atuam nesse mercado fazem questão de deixar claro que o SaaS é uma evolução do ASP. “Existem alguns pontos em comum, como o baixo investimento, o custo previsível e o rápido retorno em forma de benefícios”, diz Del Claro.

Apesar dos atrativos, ainda não é para todo tipo de software que o conceito de SaaS funciona. Ele está maduro para aplicações básicas, padronizadas, que podem ser compartilhadas por várias empresas e não exigem customização – por exemplo, nas áreas de recursos humanos, CRM, contabilidade e de colaboração. Para Adriana Peixoto Ferreira, da Vale, o SaaS traz vantagens nesses casos porque oferece custo mais baixo e é mais fácil de instalar e de manter. “Mas para sistemas críticos, que trazem um diferencial para a companhia, o modelo não é viável, porque ainda não chegou a um grau de maturidade confiável”, diz Adriana. Como sistemas críticos exigem customização, o uso de SaaS fica comprometido. “Customizar significa mexer no código do software. Isso desvirtua o conceito de SaaS e vai se refletir no custo na hora da atualização”, afirma o consultor Waldir Arevolo, da TGT Consult. Segundo ele, é importante entender o modelo antes de adotá-lo. “Algumas coisas, como a customização, terão de ser sacrificadas”, diz.

Além disso, o uso de software como serviço ainda desperta desconfiança em muitos CIOs, principalmente em relação à segurança e à confidencialidade das informações. Como ter certeza de que a aplicação estará disponível quando o usuário precisar? Como garantir a privacidade de dados estratégicos em aplicações compartilhadas com outras empresas, em muitos casos até concorrentes? Dúvidas desse tipo são, atualmente, o principal obstáculo no caminho da expansão do modelo SaaS. Seu peso pode ser decisivo na hora de optar entre a adoção ou não desse novo conceito.

Na dúvida, basta testar

As aplicações desenvolvidas como SaaS rodam em plataformas que podem ser acessadas – e compartilhadas – por milhares de usuários, o que dilui os custos do serviço em relação aos antigos modelos baseados em arquitetura cliente-servidor. “Essa é a grande vantagem do software como serviço”, diz Gustavo Mazzariol, gerente de TI do Metrô de São Paulo, que aderiu ao SaaS já há três anos. É o que ocorre, por exemplo, com a salesforce.com, mais conhecida fornecedora de CRM como serviço. Pelos três data centers da empresa nos Estados Unidos passam 130 milhões de transações por dia, realizadas em todo o mundo por mais de 38 mil clientes e um milhão de usuários. A salesforce.com tem na carteira grandes clientes, como a Merryll Lynch, com 30 mil usuários no mundo todo. No modelo da empresa, o cliente paga uma assinatura mensal pelo número de usuários do serviço – no caso do CRM completo, a partir de 65 dólares por usuário. “A redução de custo é um grande apelo para as empresas”, afirma Sanjay Agarwal, presidente da ValueNET, parceira da salesforce.com e responsável pela implantação do serviço em mais de 100 empresas no Brasil.

A facilidade para diminuir despesas foi o principal motivo da mudança de postura de muitos CIOs que, até quatro anos atrás, tinham receio em transferir os dados da empresa para os servidores da salesforce. com. A possibilidade de experimentar o serviço também tem atraído as empresas para o modelo on demand. “O cliente pode começar com poucos usuários, ver se gosta e depois aumentar o número de assinaturas”, afirma Agarwal.

Uma das empresas que utilizam o salesforce. com no Brasil é a companhia de seguros e previdência Icatu Hartford. “A principal vantagem foi a rapidez na implantação”, afirma Bernardo Queima, gerente de parcerias da Icatu Hartford e coordenador do projeto. Com o aval da Hartford, sócia americana, especialmente na área de segurança, a solução foi rapidamente integrada aos sistemas de vendas usados no Brasil e há quatro meses entrou em operação. Hoje, 100 pessoas da equipe de vendas da Icatu Hartford, espalhadas por todo o país, acessam a aplicação da salesforce.com de suas casas, de cybercafés ou, usando laptops, de qualquer lugar com uma conexão à web.

A SulAmérica Seguros usou o serviço da salesforce.com durante um ano e depois retornou ao modelo de licenças. O SaaS foi a forma encontrada pela seguradora para testar o conceito de CRM na área de seguros sem ter de fazer investimentos pesados em licenças de software ou na adaptação da infra-estrutura ao novo aplicativo. “Em menos de um mês, e com um investimento muito baixo, colocamos o sistema no ar”, diz Luís Furtado, CIO da SulAmérica. O investimento destinou-se, basicamente, a algumas customizações para adaptar a solução da salesforce.com ao vocabulário e aos processos operacionais da área de seguros. Além disso, a solução foi integrada ao banco de dados DB2, que roda em mainframe, onde estão as informações sobre os clientes da SulAmérica. O piloto durou um ano e envolveu 20 usuários de uma unidade da seguradora no Rio de Janeiro que atende clientes corporativos. “Nesse período de experiência tivemos a oportunidade de conhecer nossas necessidades sem ter feito um grande investimento”, afirma Furtado. Com base nesse conhecimento, a SulAmérica escolheu a solução que acabou adotando – da Captiva Software.

Mas a mudança de software com o sistema no ar, segundo Furtado, não causou nenhum trauma. “Uma das vantagens do modelo SaaS é que ele obriga a TI a manter uma disciplina voltada para a migração”, afirma. “Quando a solução é descontinuada, não tem como manter dados do sistema antigo”, diz Furtado.

Efeito dominó

O sucesso da salesforce. com tem estimulado outros desenvolvedores a criar aplicações baseadas no seu modelo – e até a pegar carona em sua plataforma. Mais de 750 aplicativos corporativos, complementares à solução de CRM, já foram desenvolvidos utilizando a plataforma Force.com da empresa. Atualmente, cerca de 62 mil desenvolvedores no mundo inteiro compartilham essa plataforma. Um deles é a brasileira Datasul. Desde 2001, a empresa oferece sua solução de ERP como serviço, porém na modalidade ASP. Em outubro do ano passado, a Datasul fechou um acordo com a salesforce.com para usar sua infra-estrutura na oferta, no modelo SaaS, de um novo sistema de gestão de frotas desenvolvido na plataforma Force. com – com base em arquitetura SOA e em conceitos da web 2.0. “A idéia é ter todo o processo via web: o cliente entra na internet, se inscreve e já começa a usar o serviço”, diz Paulo Caputo, diretor de desenvolvimento de negócios da Datasul. Disponível em português, inglês e espanhol, a solução tem como alvo inicial os mercados da América Latina, Estados Unidos e Europa.

Uma das inovações introduzidas com o conceito de SaaS é a flexibilização da forma de pagamento – mesmo sendo pelo uso, ela varia conforme o tipo de aplicação. No caso do sistema de gestão de frotas da Datasul, a empresa paga por veículo gerenciado. Já na solução de automação da análise de crédito e risco oferecida pela Crivo, a cobrança é por decisão tomada com base no sistema. No modelo da empresa, porém, o software fica instalado na rede do cliente, que pode fazer parametrizações – por exemplo, para inserir critérios de análise próprios. A partir da consulta do usuário, o sistema da Crivo busca automaticamente as informações necessárias em várias bases de dados; depois padroniza, cruza, analisa as informações e apresenta o resultado. “O cliente só paga na hora em que decide sim ou não”, afirma Rodrigo Del Claro, diretor de relacionamento da Crivo.

A Comprova.com, por sua vez, cobra por transação efetuada por meio do seu portal, que combina soluções de certificação digital (com selo da ICP-Brasil) e de comprovação legal de contratos eletrônicos. O sistema automatiza e gerencia todo o processo que envolve a assinatura, com validade jurídica, de um contrato pela internet – do seu cadastro pelo cliente à coleta das assinaturas das várias partes envolvidas. “É um sistema complexo, com várias validações, e o cliente paga pela transação completa, como se estivesse pagando um despachante”, diz Marcos Nader, diretor geral da Comprova.com. Segundo ele, o software, disponível há mais de quatro anos, tem cerca de 100 clientes, boa parte bancos e instituições financeiras.

Rumo à complexidade

A oferta de soluções mais complexas, envolvendo processos completos ou a integração de múltiplas áreas e empresas, é uma tendência no caminho da evolução do modelo SaaS. O estudo realizado pela consultoria McKinsey observa que, na primeira fase, o SaaS foi dominado por aplicações que não são de missão crítica, não requerem alta segurança dos dados nem muita integração com outros sistemas corporativos. A próxima onda trará um novo nível de sofisticação, segundo o estudo, e terá aplicações que vão envolver transações entre compradores e fornecedores, como supply chain e logística.

Para Waldir Arevolo, consultor da TGT, a capacidade de integração é importante para o modelo SaaS emplacar entre as grandes corporações. “Fabricantes, fornecedores e distribuidores estão se integrando em ecossistemas de negócios e, nesse caso, as soluções SaaS aparecem como uma alternativa interessante”, afirma. “Elas permitem compartilhar a mesma aplicação e uma infra-estrutura comum, pagando uma assinatura e sem a preocupação de cuidar das atualizações de sistemas.” Maurício Minas, vice-presidente sênior da CPM Braxis, diz que a colaboração é outro forte apelo do modelo de software como serviço. “A colaboração é o caminho para a produtividade, a inovação e a agilidade. Isso vai além da redução de custos e é o que hoje interessa às grandes empresas”, afirma.

A entrega de aplicações online, na forma de serviços, é uma tendência irreversível que vem ganhando impulso com tecnologias como a web 2.0 e com o próprio sucesso dos fornecedores que já aderiram ao modelo – forçando fornecedores de software que ainda trabalham com a venda de licenças a adotar posturas mais flexíveis. Um estudo recente da IDC indica que o modelo SaaS deverá revolucionar o cenário das parcerias entre provedores de aplicações, especialmente os que fazem parte do mesmo ecossistema de negócios. Com base na pesquisa, a IDC prevê que grandes fornecedores de software e seus parceiros começarão a investir nesse modelo em 2008 – o que ampliará a oferta de soluções para os usuários. A Oracle, uma das primeiras a apostar nesse conceito, hoje oferece todos os seus aplicativos (ERP, CRM, business intelligence, entre outros) na forma de serviço. “O SaaS é um conceito que vai além da comercialização”, diz Jack Sterenberg, diretor de serviços avançados de suporte da Oracle do Brasil. “Ele traz um ganho importante para os processos, uma vez que é instalado, administrado e atualizado por quem tem as melhores práticas em relação ao software, que é o seu fabricante.”

Banco Cacique
Mais qualidade nas pesquisas

Toda vez que precisa aprovar a concessão de empréstimos para aposentados ou pensionistas, o Banco Cacique tem de fazer pesquisas sobre os possíveis clientes nos sites da Previdência Social (INSS) e da Receita Federal. No início de 2007, a instituição resolveu automatizar essa tarefa – até então realizada por funcionários. Para isso, adotou o sistema de automação da análise de crédito e risco da Crivo, fornecido exclusivamente no modelo SaaS. “O foco era melhorar a qualidade da pesquisa”, diz Laura Lima, CIO do Banco Cacique. Com a automação, a pesquisa de clientes ganhou agilidade e agora permite obter mais informações no mesmo tempo gasto anteriormente na pesquisa. “Dessa forma, estamos garantindo a qualidade de todo o processo”, afirma Laura.

Na verdade, o conceito de software como serviço não é novidade no Banco Cacique. Laura adotou esse modelo em 2000, ao contratar uma empresa de Porto Alegre – a Direção – para fazer o processamento das transações com o cartão do banco. Nesse caso, todo o sistema fica instalado no provedor do serviço e o banco paga por transação processada. Já no software de análise de crédito, o pagamento é feito com base no número de clientes pesquisados (o que envolve várias páginas da web) e a aplicação fica instalada num servidor do banco – uma máquina HP com Windows 2003 Server, que funciona integrada a outro servidor no qual está instalado o banco de dados Oracle. Por enquanto, a solução vem sendo usada pelo pessoal de telemarketing e pelos funcionários de áreas internas responsáveis pela avaliação das propostas de crédito pessoal. Mas a intenção, segundo Laura, é em 2008 expandir o uso da ferramenta para todas as 180 unidades do Banco Cacique em todo o Brasil.

Metrô
BI como serviço

A ferramenta de BI (Business Intelligence) utilizada na Companhia do Metrô de São Paulo é baseada em software livre e contratada como serviço. Fornecida pela TotalData, a solução roda no servidor Linux do provedor e é acessada pelos usuários do Metrô via web services. “Hoje eu não preciso me preocupar com licenciamentos nem em treinar pessoas para lidar com a ferramenta”, diz Gustavo Mazzariol, gerente de TI do Metrô. Sempre que necessita montar a estrutura para uma nova pesquisa usando BI, Mazzariol chama um especialista da TotalData e paga pela execução do serviço. “Como ele conhece bem a ferramenta, a produtividade é grande e rapidamente consegue montar um novo cubo ou data mart.”

Essa é, segundo ele, uma das vantagens do SaaS. Se comprasse as licenças do software, a área de TI teria que investir no treinamento de funcionários para desenvolver essas estruturas de pesquisa. Além disso, sempre que uma área da empresa solicitasse o acesso de novos usuários à ferramenta, seria preciso adquirir mais licenças.

Contratada há três anos, o BI tem cerca de 200 usuários. As pesquisas ficam disponíveis na internet para pessoas autorizadas a acessá- las – o que é feito pelo próprio browser. A ferramenta funciona integrada ao data warehouse do Metrô, em Postgree, e se encarrega de buscar as informações onde quer que estejam – até mesmo em planilhas.

Mas e a questão da confidencialidade das informações? Mazzariol afirma que isso não é problema, uma vez que a empresa é pública e seus dados são abertos. Mesmo assim, nos casos de informações sigilosas, ele cria cartas de confidencialidade para serem assinadas pelo provedor do serviço. Além da flexibilidade, o modelo SaaS trouxe economia. Em três anos, Mazzariol calcula que gastou a metade do que teria investido num BI convencional entre licenças, atualização e manutenção.

Riscos do modelo

Na medida em que evolui, o modelo de software on demand passa a exigir do CIO alguns cuidados especiais. Para começar, é provável que para integrar a aplicação contratada como serviço a outros sistemas corporativos – principalmente os mais antigos, desenvolvidos em arquiteturas fechadas – sejam necessárias mudanças no ambiente de TI. Algumas empresas de serviços – é o caso da IBM, por exemplo – já executam projetos visando a adaptação de sistemas desenvolvidos em outros ambientes para plataformas SaaS. Mas é preciso levar em conta esse gasto extra na hora de avaliar a contratação de um aplicativo como serviço.

Se a integração de sistemas envolver outras empresas – por exemplo, clientes ou fornecedores –, o desafio pode ser ainda maior. “Falar em integração num ambiente de negócios não é tão simples”, afirma Waldir Arevolo, da TGT Consult. “Em geral, são sistemas grandes e as empresas participam de vários deles”, diz. Uma alternativa para resolver o problema é usar a arquitetura orientada a serviços para criar uma camada de transporte, na qual é feita a integração entre o SaaS e as aplicações legadas. “SOA ajuda muito, até porque está ligado a web services, mas é preciso que a aplicação esteja preparada para esse tipo de acesso”, diz Arevolo.

Outro desafio a ser enfrentado pelo CIO é o da administração de múltiplos fornecedores de software como serviço. Segundo Arevolo, os provedores de soluções tendem a se especializar em suas áreas – por exemplo, gestão de recursos humanos, CRM, automação de força de vendas etc. Se, por um lado, isso torna a aplicação mais eficiente, de outro, cria a necessidade de contratar serviços de vários fornecedores para atender diferentes necessidades.

Mesmo em casos como o da solução da salesforce.com, em que muitos aplicativos e add-ons estão disponíveis em sua própria plataforma, ainda é preciso gerenciar os contratos com cada fornecedor. De acordo com a consultoria Forrester Research, isso envolve múltiplos sistemas de pagamento (e faturas), diferentes acordos de nível de serviço (SLA), bem como contratos de help desk e suporte. No quesito cobrança, a tendência é a unificação – ao menos em casos como o da salesforce. com, em que os fornecedores compartilham uma plataforma de desenvolvimento comum. Já o SLA terá de ser bem definido, de modo a garantir serviços de qualidade, até melhores do que a oferecida por fornecedores de software que licenciam seus produtos e cobram pela manutenção. A qualidade, aliás, é um dos argumentos usados pelas áreas de TI de algumas empresas para justificar a adesão ao modelo SaaS, segundo a pesquisa realizada pela McKinsey.

Para Waldir Arevolo, da TGT, antes de qualquer coisa, é preciso mapear os processos de negócios da empresa e definir qual será o provedor responsável por cada um deles, onde serão executados e quem deverá ter acesso a eles. “Isso garante métricas para o SLA e permite saber quem é o culpado se uma transação que envolve dois ou três provedores, cair”, afirma. A fórmula vale também para garantir a confidencialidade de informações e até para evitar traumas no caso de desligamento do serviço – o que, segundo Arevolo, hoje custa caro.

 


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:Na contramão | 15/12/2008

O mercado da eficiência cresce nos momentos em que as empresas precisam ser mais produtivas e melhorar resultados.

:Endeavor seleciona 4 brasileiras em programa | 10/12/2008

Info Online - A brasileira Crivo, empresa de software para automação de análise de crédito, anunciou seu acesso para o time de empreendedores Endeavor.

:PRODUTO CERTO NA HORA CERTA | 25/11/2008

Que mais é preciso para que Marcos Rochlitz e Daniel Turini façam a Crivo crescer ? Os dois criaram uma tecnologia para análise de crédito que tem tudo a ver com o momento.

:Prêmio EXAME/Endeavor: Crivo quer ser a Google do crédito | 19/11/2008

A empresa ganha espaço em setores ainda pouco explorados. Veja a entrevista para o portal Exame TV

:Impacto da crise mundial no crédito e na economia do País | 13/11/2008

Rodrigo Del Claro fala sobre os efeitos da crise ao programa Negócio Futuro, do IDORT/SP.

:TI em Favor do Cliente | 23/10/2008

SulAmérica Seguros investe em aplicativos que melhoram a avaliação e o relacionamento com os segurados.

:Proposta do BC para crédito pode diminuir oferta e juro. | 22/09/2008

AG Estado - Especialistas analisam a proposta feita pelo Banco Central para a adoção de sistemas mais rígidos e detalhados para a análise de crédito.

:EXAME PME: Ranking das 100 Pequenas e Médias empresas que mais crescem no Brasil coloca a Crivo na 5a. posição. | 10/09/2008

EXAME PME - Durante evento em São Paulo foram divulgados os resultados da pesquisa anual “Pequenas e médias empresas que mais crescem no Brasil”, realizada em parceria com a consultoria Deloitte.

:Faturamento da Crivo cresce 135% no semestre | 03/09/2008

Investnews - A Crivo encerrou o primeiro semestre do ano com faturamento superior a R$ 6,5 milhões, crescimento de 135% comparado com o mesmo período de 2007.

:IT: Crivo earnings boom 135% in 1st half 2008 | 02/09/2008

Gazeta Mercantil online - Crivo IT solutions company posted revenues of R$ 6.5 million, up 135% against the same period in 2007. Sales are expected to reach R$15 million by year-end.

:Seguro mais barato para quem anda na linha | 01/09/2008

Information Week. SulAmérica implementa software que aprofunda análise de riscos e consegue oferecer apólices com preços mais competitivos.

:Rodrigo Del Claro fala na Radiobrás sobre risco de crédito. | 31/07/2008

Nesta entrevista ele apresenta como funciona a análise de risco nos diversos segmentos do mercado.

:Daniel Turini fala na Band News FM sobre Crédito Consignado. | 21/07/2008

Nessa entrevista, o sócio-diretor da Crivo fala dos cuidados que o aposentado deve ter ao tomar um empréstimo.

:Crédito para carro fica mais restrito | 08/07/2008

O Estado de S.Paulo.
Crescimento da inadimplência provoca recuo dos bancos, que reduzem parcelamento e aumentam exigências.

:Leasing supera em 24 vezes o financiamento | 04/07/2008

Jornal da Tarde.
De janeiro a maio, volume de contratação de leasing subiu 36%, enquanto o crédito cresceu só 1,5%.

:Wow! implanta software de análise de crédito da Crivo | 16/06/2008

Executivos Financeiros online.
A fabricante dos sucos Sufresh e do chá Feel Good apostou na automação para identificar clientes inativos, atualizar informações cadastrais e automatizar a aprovação do crédito para novos clientes

:Lições de um bom vendedor | 13/05/2008

Você S.A.
No recém-lançado O Que O Cliente Quer Que Você Saiba, o guru Ram Charam dá dicas sobre vendas que podem ser aplicadas na carreira de qualquer profissional.

:Resposta Instantânea | 12/05/2008

Istoé Dinheiro
O uso da tecnologia teria evitado a crise do crédito imobiliário nos EUA?

:Inadimplência sobe 6,45% no financiamento de carros | 09/05/2008

O brasileiro está aproveitando o crédito fácil para trocar de carro, mas o número de devedores também está aumentando.

:Software e hardware como serviço transferem responsabilidade para fornecedor | 10/03/2008

Um dos maiores atrativos dessa modalidade de operação é o fim da preocupação com equipes de tecnologia, backups sistemas de segurança.

:A Atração do Crédito | 04/03/2008

O crédito tem tudo para se manter como o grande propulsor da economia nacional, impactando inclusive o setor de relacionamento com o cliente, que vê surgir uma nova linha de negócios na área de cobrança.

:Como usar bem o SaaS? | 11/02/2008

Info Corporate.
O software como serviço virou realidade nas empresas. Conheça as vantagens e os limites desse modelo de compra de aplicações

:Crivo parte para conquistar as grandes varejistas | 07/02/2008

A Crivo, desenvolvedora nacional de software para análise de crédito e risco, registrou um faturamento anual de R$ 7,2 milhões em 2007, sendo 2,5 milhões relativos ao 4º trimestre. A empresa encerrou o ano com uma carteira de 80 grandes clientes, um crescimento de 33,3%. A expectativa para o 1º trimestre de 2008 é crescer 150% em relação ao mesmo período do ano passado e se aproximar de um faturamento de R$ 15 milhões neste ano.

:Demissão, só no último caso | 07/02/2008

0 emprego atual serve de trampolim para quem busca uma colocação em outra empresa. Com ele, o profissional garante o sustento da família durante o período de procura e mantém seu currículo em evidência.

:Crivo supera expectativa de negócios | 07/02/2008

Economia favorável ao crédito ajuda empresa a faturar R$ 7,2 milhões em 2007

:Crivo registra faturamento de R$ 7,2 milhões | 07/02/2008

Com oito anos de existência, a brasileira Crivo mantém uma média anual de crescimento de 100%. No início de 2007, a empresa que havia faturado 3,3 milhões de reais em 2006, pareceu ousar ao declarar que esperava dobrar este valor, mas cumpriu sua meta.

 

:Revolução no setor de cartões | 09/02/2010

Mercado deve crescer 20%, concorrência será mais acirrada e mudança nas normas legais são enviadas ao Congresso

:Dívida atrelada à Selic chega a 62% | 09/02/2010

Dados do Banco Central mostram que, proporcionalmente, a dívida do governo nunca esteve tão atrelada ao juro básico da economia, a taxa Selic.

:Seguro de livre escolha | 07/02/2010

Bancos serão obrigados a oferecer mais de uma opção de apólice para financiamento

:Procura do consumidor por crédito supera 2008 pela vez | 12/08/2009

O Estado de S. Paulo - Pela primeira vez neste ano, a procura do consumidor por financiamento é maior do que em 2008.

:Crédito a imóvel com recursos da poupança soma R$ 13,6 bi | 11/08/2009

DCI - A utilização da poupança como fonte para obter crédito imobiliário no Brasil vem crescendo em 2009. Em junho, o volume de contratações com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) encerrou em R$ 2,976 bilhões, superando em cerca de 24,7% o montante contratado em maio.

:Virada de jogo | 11/08/2009

O Estado de S. Paulo - Uma ainda difusa, mas insistente percepção de que a crise está indo embora passa novas lições sobre o que significa a intervenção do Estado e o que valem, afinal, as projeções econômicas.

:Selic derruba juros do crédito pessoal | 10/08/2009

Jornal da Tarde - São Paulo - A queda da taxa básica de juros, a Selic, de 0,5 ponto porcentual no dia 22 de julho, derrubou as taxas de juros para o crédito pessoal em sete bancos, de acordo com o levantamento feito pelo Banco Central entre os dias 21 e 27 do mês passado.

:Bancos já projetam 'boom' no crédito imobiliário | 09/08/2009

O Estado de S. Paulo - Para executivos, queda dos juros e legislação que protege o credor farão negócio finalmente deslanchar

:Fiscalização de cartões de crédito | 06/08/2009

Tribuna Impressa - O Banco Central quer aumentar a fiscalização sobre o mercado de cartões de crédito, para ampliar a transparência e competição do setor.

:Inadimplência no crédito ao consumo é recorde nos EUA | 08/07/2009

DCI - A inadimplência no crédito ao consumidor nos Estados Unidos atingiu novo recorde de alta no primeiro trimestre deste ano

:Cartões - concorrência e equilíbrio | 08/07/2009

O Estado de S. Paulo - De repente, após vertiginoso crescimento nos últimos anos, os cartões tornaram-se muito importantes para a economia brasileira.

:COMÉRCIO ACEITARÁ COMPRA POR CELULAR | 07/07/2009

Folha de S. Paulo - A Vivo e a Itaucard anunciam hoje um serviço que permitirá o uso do celular como cartão de crédito na hora de fazer o pagamento das compras

:Procura por crédito | 09/06/2009

Valor Econômico - A procura dos consumidores por crédito subiu 2,5% em maio em relação a abril.

:ibi impulsiona base de cartões do Bradesco | 08/06/2009

DCI - São Paulo - Com a expectativa de aproveitar a maior base de cartões do varejo no País, o Bradesco finaliza a compra do banco ibi por R$ 1,4 bilhão, pago em ações do banco.

:Empurrão na ‘web’ | 22/04/2009

O Globo - Rio de Janeiro
BB vai oferecer juro menor nos empréstimos e maior nas aplicações feitas pela internet

:BC poderá agir para reduzir juro ao consumidor | 22/04/2009

O Globo - Rio de Janeiro
Meirelles: governo quer preservar patrimônio dos poupadores, sobretudo os pequenos

:Governo continua avaliando spread | 22/04/2009

Diário do Grande ABC - O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, admitiu a possibilidade de adotar novas medidas para enfrentar o problema dos elevados bancários (diferença entre o custo de captação dos bancos e os juros cobrados nos empréstimos) no Brasil.

:Ajuda aos Estados será para investimentos | 22/04/2009

Valor Econômico - A linha de crédito extraordinária de R$ 4 bilhões anunciada pelo governo federal para os Estados terá juros subsidiados e recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), operados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

:Juros caem para conta garantida | 21/04/2009

Jornal da Tarde (São Paulo) - A modalidade de crédito conta garantida para pessoa jurídica está com juros mensais menores em relação à última semana.

:TEMPO É DINHEIRO NOS DOIS LADOS DA LINHA | 31/03/2009

Valor Setorial - O atendimento mais ágil reverte-se não só em melhora de imagem, mas também em oportunidade para conhecer mais o cliente.

:Vendas do varejo em 2008 cresceram 4,2% | 23/01/2009

O crescimento do nível de atividade do comércio em todo o País foi sustentado pelo crédito. Isso porque as vendas a prazo apresentaram expansão de 4,4% no ano, enquanto as vendas à vista caíram 21,1% na mesma base de comparação.

:Oito bancos baixam taxas do crédito | 23/01/2009

0 corte de um ponto percentual na taxa básica de juros já surtiu efeito nos bancos. Pelo menos as maiores instituições financeiras do país anunciaram entre terça-feira e ontem reduções em várias modalidades de crédito ao consumidor e também para as empresas.

:Inadimplência com cheques registra alta de 1,5% em 2008 | 22/01/2009

O índice é o segundo maior desde 1994, quando começou o levantamento, perdendo apenas para o volume de cheques devolvidos a cada mil compensados em 2006, que foi de 20,7.

:Volume de cheques devolvidos cresce 8% | 22/01/2009

Índice de inadimplência é o 2º maior desde 1994; para economistas, aumento do desemprego deve elevar risco de atraso em pagamento. Serasa contabiliza 19,8 cheques sem fundos para cada 1.000 compensados em 2008; dados são piores no Norte e no Nordeste

:Seguros de crédito e garantia apresentam alta após a crise | 20/01/2009

A crise financeira internacional impulsionou o crescimento do seguro de crédito e garantia.

:Crédito, o que fazer? | 20/01/2009

Alguém ainda acredita que os bancos internacionais voltarão a emprestar no futuro próximo?

:Bancos reduzem juros do crédito pela primeira vez em sete meses | 15/01/2009

Taxa média paga pelos clientes caiu de 7,61% para 7,49%

:Juros não pesam na decisão de compra | 28/08/2008

O Estado de S.Paulo. Estudo mostra que principal preocupação do consumidor paulistano é saber se a parcela cabe no orçamento.

:INSS é contra alta no consignado | 22/08/2008

Diário de S.Paulo - Aposentados e pensionistas que querem recorrer ao crédito consignado podem respirar aliviados. O Governo vai defender a manutenção da taxa de juros desta modalidade de empréstimo, apesar de os bancos reivindicarem a elevação de acordo com o reajuste da taxa Selic, o que significaria um aumento de 2,50% para 2,63% ao mês.

:Cresce oferta de Cartão para aposentados | 22/07/2008

Jornal Notícia Agora, Vitória-ES.
Os bancos estao engrossando a disputa pelos aposentados e pensionistas do INSS, com a oferta do cartao de credito especifico para esse público.

:Cresce preocupação com crédito à pessoa física, diz Tendências | 22/07/2008

Folha de S.Paulo.
Uma das grandes dúvidas do mercado é saber se o atual ritmo de crescimento do crédito, principalmente à pessoa física, é ou não sustentável a longo prazo. O crédito tem crescido a um ritmo de 30% ao ano, o que, para muitos, é considerado excessivo e capaz de trazer problemas de inadimplência para a economia, no caso de uma alta da inflação.

 

:Crivo completa 10 anos e apresenta área de Serviços no CIAB | 01/06/2010

Fator Brasil Online - Depois de se fincar no mercado financeiro como desenvolvedora de sistemas para decisão de crédito, risco e fraude, Crivo busca espaço com a oferta de serviços.

:Crivo aborda o uso da tecnologia na criação de scoring no II Fórum Witrisk | 27/05/2009

A Crivo participará do II Fórum Witrisk – Conscientização gerando lucros, nova visão e perspectiva do crédito, promovido pela Witrisk, nesta quarta-feira, 27, e quinta-feira, 28, no Hotel Renaissance, em São Paulo.

:Expositores do Ciab Febraban mostram seus lançamentos durante o maior evento de tecnologia das instituições financeiras da América Latina | 10/04/2009

A novidade da Crivo será o Crivo Serviços. A empresa apresentará o novo departamento criado para oferecer consultoria e assessoria técnica e operacional aos usuários do seu software de análise de crédito e risco.

:A empresa participa do Congresso Consumidor Moderno de Crédito, Cobrança e Meios de Pagamento. | 30/03/2009

Crivo palestrará sobre avaliação de riscos na concessão de crédito em evento do setor

:Crivo patrocina o CIO IT Summit de Finanças 2008 | 01/09/2008

O evento reúne os CIOs das maiores empresas do setor financeiros do Brasil. A agenda inclui apresentação de casos de sucesso, debates, palestras de fornecedores, além de atividades que promovem o relacionamento interpessoal.

:Crivo aumenta investimento no CIAB e aposta no evento para fechar novos negócios | 05/06/2008

Crivo dobrou o tamanho do seu estande e investiu na localização e na criação de um espaço moderno para receber clientes e visitantes.

:Crivo no Info Financial Meeting 2008, em Campos do Jordão | 12/03/2008

Crivo patrocinou o Info Financial Meeting 2008

:Evento - Crivo no CIAB 2008. Mais novidades no ar... | 18/02/2008

CIAB FEBRABAN

11, 12 e 13 de junho de 2008

Transamérica Expocenter – São Paulo
Avenida Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387
Santo Amaro - São Paulo, Brasil - CEP 04757-020 - Localização
A edição, a 18ª, terá como tema central Tecnologia e Segurança.