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29/05/2009 - Meu Próprio Negócio - 'Quando vou a uma visita para venda, procuro prever todas as questões que possam surgir e, para isso, monto três cenários possíveis para cada caso', informa Rodrigo Del Claro, diretor de relacionamentos da Crivo.

Saber negociar com clientes, funcionários, fornecedores e parceiros é a chave para que as empresas consigam passar pela retração econômica mundial

Enquanto o ministro da Fazenda Guido Mantega informou que o Produto Interno Bruto do Brasil ficará abaixo dos 4% inicialmente previstos para 2009, a Confederação Nacional da Indústria aposta numa taxa próxima de zero. O fato é que a retração econômica obrigou muitas empresas a mudarem seus planos enxugarem pessoal, reduzirem jornada e salários, diminuírem produção, reverem projeções e refazerem contratos com credores e devedores.

Todas as iniciativas passam por urna palavra: negociação. A habilidade de negociar corretamente pode salvar companhias e até mesmo oferecer novas oportunidades de atuação. ‘Nesse momento, é importante identificar chances de ganhos mútuos’, afirma Jaci Corrêa Leite, professor titular da escola de administração da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP) e coordenador dos programas de educação executiva em negociação.

Como exemplo, ele menciona o caso de um executivo do segmento de impressão gráfica que se antecipou e procurou os clientes para propor redução de custos desde que houvesse cronogramas mais largos.

Para chegar a esse ponto, o executivo em questão levantou dados sobre seus custos e verificou o que ele poderia fazer para reduzi-los. Identificou que urna parcela enorme do custo se prendia ao material que chegava de última hora e estudou meios para ajustar a escala de produção de forma que pudesse reduzir horas extras e custos de retrabalho. Em suma: ele enxergou a oportunidade e se preparou para a negociação.

A preparação é o primeiro passo para quem vai negociar — seja uma conversa entre cliente e fornecedor, entre funcionário e empregador, credor e devedor. Ela começa na compreensão dos objetivos das duas partes, passa por informar-se a respeito do interlocutor e vai até o estabelecimento de algumas rotas de fuga.

‘Quando vou a uma visita para venda, procuro prever todas as questões que possam surgir e, para isso, monto três cenários possíveis para cada caso’, informa Rodrigo Del Claro, diretor de relacionamentos da Crivo. Sua responsabilidade não é pequena: atender a 100 clientes dos mercados financeiro, de seguros, telecomunicação e alimentação, que geram um faturamento para a Crivo, especializada em software de automação para a análise de crédito, de RS 7,2 milhões.

‘Outro ponto importante da preparação é conhecer profundamente seu produto e serviço, o perfil do interlocutor’, diz Bruno Dalia Fina, sócio-diretor da Tecnoflash, especializada em projetos e obras de climatização por microaspersão. E complementa, ‘a meta é descobrir como é possível combinar seu produto com as necessidades do cliente e atendê-lo com benefícios.

Quanto mais informações para argumentar com o interlocutor e explicar o motivo de cada ponto (condições de entrega e preços), mais chances de sair uma boa negociação. Mas há situações em que a outra parte quer alguma coisa apenas ‘por querer’.

Del Claro confirma que ter boas argumentações e justificar o porquê da proposta favorece na negociação. Ele cita uma reunião num grande varejista, em que não chegavam a um consenso. ‘O cliente queria pagar 15% do valor de uma solução. Ele também havia se preparado, conhecia todos os meus argumentos e estava irredutível’, diz, lembrando-se da reunião que durou três horas.

A negociação só foi fechada quando alguém na sala mencionou unia informação que justificativa reduzir o valor do negócio. ‘Acabei baixando um pouco o preço, de maneira que não fosse o máximo, e não saísse da minha margem, e todo mundo ficou satisfeito.’

Esse exemplo aponta outro ponto importante: ouvir. ‘Antigamente, a estratégia era não deixar o cliente falar para que ele não pensasse’, diz Wlamir Bello, consultor de marketing do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). ‘Hoje, é preciso perceber os movimentos da outra parte, entender as entrelinhas, estudar os aspectos corporais de tal maneira que possa compreender o que há na comunicação que não é realizada com palavras’, pontua Heráclito Mourão, professor da Fundação Dom Cabral. Se a pessoa não faz isso, corre o risco de perder o negócio. ‘E como se um comprador quisesse adquirir um utilitário e o vendedor fosse mostrar os modelos populares’, exemplifica.

Nas negociações é comum surgir conflitos de interesse e, dependendo da situação, a temperatura pode até esquentar. Ainda mais numa época como essa, de economia conturbada. O que não ajuda em nada. Por isso, tente isolar o componente emocional em qualquer negociação e não corra riscos de perder a razão. ‘Diria que em 95% das vezes as pessoas que partem para a ofensa ou para agressão não fizeram isso com essa intenção’, calcula Leite.

Heráclito Mourão, professor da Fundação Dom Cabral, dá um exemplo simples da vida pessoal, mas que ilustra a situação. ‘Se eu quero ir ao cinema e você quer ir ao teatro, temos que falar sobre o porquê queremos um ou outro’, comenta.

E não valem opiniões que abrem precedente para choques de egos. Há que se trabalhar com a objetividade, com fatos pontuais, como proximidade de casa, preço mais em conta de um em relação ao outro, o fato de um filme ter ganhado um prêmio importante. ‘De repente, concluímos que podemos sair para jantar, afinal, nosso objetivo era a diversão a dois’, diz Mourão.

Trazendo esse exemplo para o mundo dos negócios, basta trocar o cinema, o teatro ou o jantar pelas condições de pagamento, preço e entrega. ‘É preciso trazer os fatos estratégicos para a discussão e não sair da linha objetiva’, diz Rodrigo Del Claro, que ensina que, nos momentos em que a discussão torna-se acalorada, o executivo costuma fazer um resumo para os presentes do que foi debatido até então para manter-se objetivo.

O executivo usou essa tática diversas vezes, mas lembra-se bem de uma ocasião em que a pessoa com quem negociava perdeu a calma e levantou-se para sair da sala. ‘Tive 30 segundos para lembrar dos benefícios e fazê-lo recuperar a objetividade e sentar novamente’, comenta. Depois disso, o executivo quebrou o gelo e hoje é um ‘excelente’ cliente.

E aí entra em cena outro componente importante para uma negociação: a paciência. Ela também ajuda a ter sucesso e a chegar a critérios mais razoáveis. ‘As vezes, é preciso jogar a toalha e continuar num outro momento, com os ânimos mais frios’, diz Bruno Dalla Fina, da Tecnoflash. À base de briga, o negócio pode até sair, mas o clima tenso vai se arrastar para as próximas etapas, o que pode prejudicar gravemente o relacionamento.

O professor Jaci Corrêa Leite alerta para expressões que não permitam voltar atrás depois, como ‘nem morto’ ou ‘de jeito nenhum’. ‘A partir do momento em que você finca uma posição inflexível, não há margem de manobra’, lembre-se.

Mas o outro extremo — ceder muito é também tão prejudicial quanto a falta de flexibilidade. A medida acaba desvalorizando o produto ou serviço e mostra que o interlocutor está desesperado. Ou pior: dá a impressão de que havia um blefe antes. ‘Resista muito antes de ceder para valorizar sua concessão e, quando ceder, deixe isso bem claro’, ensina o professor Jaci. ‘Isso desestimula as pessoas a quererem ir adiante e faz que se sintam emocionalmente atendidas.’

Mesmo seguindo todos os passos, há processos de negociação que parecem infindáveis e sem saída. Nesse caso, o processo vale a pena até o momento em que o desgaste emocional ainda for menor do que o retomo potencial.

Daniel Torres, diretor comercial da consultoria da área de tecnologia da informação Cyberlynxx, passou por una situação em que não teve outra saída senão desistir do negócio. Ele conta que estava trabalhando com uma companhia na qual tinha bastante acesso a todas as diretorias.

Quando entrou um novo diretor de tecnologia, começou a enfrentar problemas. ‘Não conseguia falar com ele nem para validar as soluções tecnologicamente’, lembra Torres. Para conseguir unia reunião, o executivo da Cyberlynxx solicitou a mediação da diretoria financeira, a quem o diretor respondia.

Quando chegou e mostrou a proposta, seu interlocutor pegou os papéis, sentou em cima e disse que não ia assinar. Torres perguntou se havia algum motivo específico para isso e a resposta foi : ‘Simplesmente não vou comprar’. ‘Saí educadamente, para não perder a razão’, lembra. Ele teve que esperar o executivo deixar a empresa para continuar trabalhando lá.

Em situações que seguem o curso normal e as partes chegam a uma conclusão, é importante realizar a chamada ‘tratativa de fechamento’, que nada mais é do que retomar todos os itens acertados e detalhar todas as condições do negócio. Não ter essa discussão final dá margem a suposições que, de novo, descambam para o lado emocional. ‘Falar `sim' na frente do padre é fácil, difícil é manter o casamento’, brinca Leite.

ESTILOS DE NEGOCIADORES

O professor define quatro estilos básicos de profissionais: os competitivos (que precisam sempre sentir estar ganhando algo), os cooperativos (focados nos ganhos mútuos), os que evitam problemas a qualquer custo e os focados no resultado.

‘Todos nós somos todos eles, mas tendemos a nos comportar mais de um jeito do que de outro’, afirma. E fundamental saber quem é a pessoa com quem a negociação está ocorrendo para comunicar-se de acordo e tirar maior proveito do processo.

E ao contrário do senso comum, que reza que os homens são mais ‘objetivos’ e as mulheres, mais ‘sensíveis’, essas características são comuns aos dois gêneros. ‘A ideia de que há predominância de um comportamento ou outro de acordo com o sexo não passa de estereótipo’, diz o professor Leite. ‘Não há evidências científicas de que tal diferença exista. A única coisa que se sabe em negociação com mulheres é que elas são mais detalhistas.’

Del Claro confirma a posição do professor Jaci. ‘Não vejo diferença em negociar com homens ou mulheres, mas com pessoas preparadas e despreparadas’. Mas admite que há muita diferença na hora de lidar com pessoas nas diferentes regiões do Brasil.

Isso é um componente cultural. O gaúcho valoriza sua terra e tende a simpatizar com quem compreende isso e demonstra conhecer o lugar de onde ele veio. Del Claro afirma que o mineiro sempre vai pedindo aos poucos enquanto no Nordeste, os tratos são mais à base da confiança e da negociação feita pessoalmente. ‘No Sudeste, os cariocas têm um tratamento mais próximo e os paulistas, mais diretos’, complementa Dalla Fina, da Tecnoflash.

NEGOCIAÇÃO

COM FUNCIONÁRIOS

No início do ano, os noticiários trouxeram vários exemplos de empresas que fecharam acordos com seus funcionários para reduzir a carga horaria e o salário temporariamente para evitar demissões. A solução, no entanto, não é algo tão trivial.

De acordo com Antonio Carlos Aguiar, advogado trabalhista e sócio do Peixoto e Cury Advogados, a empresa precisa estabelecer diálogo constante com os sindicatos. ‘Essa relação gera credibilidade junto à instituição e facilita eventuais negociações’, comenta.

Ele explica ainda que o sindicato precisa saber que a necessidade é legítima. Quando não há um contato prévio, o sindicato vai querer saber de todo o histórico da empresa para assegurar-se de que não se trata de oportunismo.

Também é importante calcular o que realmente vai impactar nos resultados. ‘As vezes, o fato de a empresa simplesmente ficar fechada um ou dois dias na semana já é o suficiente para economizar recursos e colocar as finanças novamente nos trilhos e evita o corte de pessoal, que gera gastos com direitos trabalhistas’, ensina o especialista.

Foi o que aconteceu com a fábrica de buzinas Fiaram, localizada em São Bernardo do Campo (Grande São Paulo). A empresa iniciou a redução de jornada no fim de janeiro, mas com a retomada dos pedidos em fevereiro, os 168 funcionários voltaram aos seus horários normais em março.

A Fiaram havia firmado um acordo de redução de jornada de trabalho para quatro dias de trabalho por semana, durante quatro meses. O corte no salário foi compensado por vale-compras e foi negociada também a estabilidade de 90 dias no emprego.

Para quem concluir que a redução de jornada e de salários é a melhor alternativa, é preciso considerar que a lei permite essa manobra apenas durante o período máximo de três meses. E necessário ainda pensar em compensações para negociar com os sindicatos. Elas podem ser desde a garantia de emprego pelo mesmo tempo de parada ou urna bolsa-qualificação, que garante treinamento sem encargos trabalhistas.

Mas há casos que realmente demandam dispensa. Foi o que aconteceu com uma companhia que trabalhava na exportação com preços de 870 dólares em novembro e menos da metade desse valor em janeiro. A lei estabelece que você pode demitir direto, mas é interessante propor ao sindicato medidas como planos de demissão voluntária, extensão de assistência médica ou vale-refeição durante determinado tempo, para manter a relação mencionada anteriormente.

Junto aos funcionários, a comunicação deve ser clara e transparente. Marcelo Astrachan, CEO da Cyberlynxx, exemplifica com o caso de duas funcionárias que precisaram ser dispensadas pela readequação do perfil de seus cargos. ‘Para não tornar essa uma situação delicada e emocionalmente tensa, expusemos a situação, colocamos que o objetivo inicial para aquelas vagas haviam mudado e elas compreenderam’, diz Astrachan.

O executivo explica que o processo não foi repentino e que houve um trabalho de avaliação de desempenho e feedback para as duas. ‘Também as ajudamos a se recolocarem’, comenta o executivo.

Assim como na negociação com fornecedores e clientes, as mediações junto aos funcionários devem ser baseadas em argumentos bem embasados. Os gestores devem compreender o que desperta a motivação de seus funcionários. Segundo o professor Heráclito Mourão, não basta oferecer aumento de salário se o funcionário tem interesse maior em mudança de cargo.

‘Os ambientes negociais vitoriosos estão cada vez mais permeados de lideres negociadores’, diz. ‘Compreendendo as aspirações dos colaboradores, as chances de atender às expectativas aumentam.’ Aqui, novamente entram as regras já discutidas anteriormente de ouv ir o interlocutor, compreender o que ele quer e fazer uma oferta baseada nesse desejo.

Como exemplo, Mourão conta o caso de um grupo de acionistas de uma empresa que estava interessado em abrir uma nova planta industrial num local distante da primeira planta. Seria necessária a transferência de algumas pessoas-chave para serem o alicerce dessa nova planta.

Os colaboradores que foram destacados tinham cargos intermediários e volume salarial considerado mediano. Mas os acionistas imaginavam que o custo de transferência seria no mínimo 40% o custo de cada uma das pessoas — o que era um impeditivo, porque havia um orçamento fixo para a mudança.

Em suma, os acionistas reuniram-se com esse grupo de seis funcionários, explicaram a situação e colocaram nas mãos dos colaboradores a decisão. As opções eram aumentar a velocidade do plano de carreira sem nenhum aumento salarial imediato ou chamar novos colaboradores para ocupar as vagas. Os seis preferiram a mudança com a possibilidade de galgar novos postos em tempo menor.

Os exemplos da reportagem mostram que os processos de negociação estão longe de serem fáceis. Eles exigem preparação, informação, paciência e uma dose moderada de simpatia. Mas reforçam a importância de encontrar caminhos de ganhos mútuos, especialmente em momentos turbulentos. Boas negociações podem não só garantir a sobrevivência da empresa, mas apontar novos caminhos e processos.

 


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O software como serviço virou realidade nas empresas. Conheça as vantagens e os limites desse modelo de compra de aplicações

:Crivo parte para conquistar as grandes varejistas | 07/02/2008

A Crivo, desenvolvedora nacional de software para análise de crédito e risco, registrou um faturamento anual de R$ 7,2 milhões em 2007, sendo 2,5 milhões relativos ao 4º trimestre. A empresa encerrou o ano com uma carteira de 80 grandes clientes, um crescimento de 33,3%. A expectativa para o 1º trimestre de 2008 é crescer 150% em relação ao mesmo período do ano passado e se aproximar de um faturamento de R$ 15 milhões neste ano.

:Demissão, só no último caso | 07/02/2008

0 emprego atual serve de trampolim para quem busca uma colocação em outra empresa. Com ele, o profissional garante o sustento da família durante o período de procura e mantém seu currículo em evidência.

:Crivo supera expectativa de negócios | 07/02/2008

Economia favorável ao crédito ajuda empresa a faturar R$ 7,2 milhões em 2007

:Crivo registra faturamento de R$ 7,2 milhões | 07/02/2008

Com oito anos de existência, a brasileira Crivo mantém uma média anual de crescimento de 100%. No início de 2007, a empresa que havia faturado 3,3 milhões de reais em 2006, pareceu ousar ao declarar que esperava dobrar este valor, mas cumpriu sua meta.

 

:Revolução no setor de cartões | 09/02/2010

Mercado deve crescer 20%, concorrência será mais acirrada e mudança nas normas legais são enviadas ao Congresso

:Dívida atrelada à Selic chega a 62% | 09/02/2010

Dados do Banco Central mostram que, proporcionalmente, a dívida do governo nunca esteve tão atrelada ao juro básico da economia, a taxa Selic.

:Seguro de livre escolha | 07/02/2010

Bancos serão obrigados a oferecer mais de uma opção de apólice para financiamento

:Procura do consumidor por crédito supera 2008 pela vez | 12/08/2009

O Estado de S. Paulo - Pela primeira vez neste ano, a procura do consumidor por financiamento é maior do que em 2008.

:Crédito a imóvel com recursos da poupança soma R$ 13,6 bi | 11/08/2009

DCI - A utilização da poupança como fonte para obter crédito imobiliário no Brasil vem crescendo em 2009. Em junho, o volume de contratações com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) encerrou em R$ 2,976 bilhões, superando em cerca de 24,7% o montante contratado em maio.

:Virada de jogo | 11/08/2009

O Estado de S. Paulo - Uma ainda difusa, mas insistente percepção de que a crise está indo embora passa novas lições sobre o que significa a intervenção do Estado e o que valem, afinal, as projeções econômicas.

:Selic derruba juros do crédito pessoal | 10/08/2009

Jornal da Tarde - São Paulo - A queda da taxa básica de juros, a Selic, de 0,5 ponto porcentual no dia 22 de julho, derrubou as taxas de juros para o crédito pessoal em sete bancos, de acordo com o levantamento feito pelo Banco Central entre os dias 21 e 27 do mês passado.

:Bancos já projetam 'boom' no crédito imobiliário | 09/08/2009

O Estado de S. Paulo - Para executivos, queda dos juros e legislação que protege o credor farão negócio finalmente deslanchar

:Fiscalização de cartões de crédito | 06/08/2009

Tribuna Impressa - O Banco Central quer aumentar a fiscalização sobre o mercado de cartões de crédito, para ampliar a transparência e competição do setor.

:Inadimplência no crédito ao consumo é recorde nos EUA | 08/07/2009

DCI - A inadimplência no crédito ao consumidor nos Estados Unidos atingiu novo recorde de alta no primeiro trimestre deste ano

:Cartões - concorrência e equilíbrio | 08/07/2009

O Estado de S. Paulo - De repente, após vertiginoso crescimento nos últimos anos, os cartões tornaram-se muito importantes para a economia brasileira.

:COMÉRCIO ACEITARÁ COMPRA POR CELULAR | 07/07/2009

Folha de S. Paulo - A Vivo e a Itaucard anunciam hoje um serviço que permitirá o uso do celular como cartão de crédito na hora de fazer o pagamento das compras

:Procura por crédito | 09/06/2009

Valor Econômico - A procura dos consumidores por crédito subiu 2,5% em maio em relação a abril.

:ibi impulsiona base de cartões do Bradesco | 08/06/2009

DCI - São Paulo - Com a expectativa de aproveitar a maior base de cartões do varejo no País, o Bradesco finaliza a compra do banco ibi por R$ 1,4 bilhão, pago em ações do banco.

:Empurrão na ‘web’ | 22/04/2009

O Globo - Rio de Janeiro
BB vai oferecer juro menor nos empréstimos e maior nas aplicações feitas pela internet

:BC poderá agir para reduzir juro ao consumidor | 22/04/2009

O Globo - Rio de Janeiro
Meirelles: governo quer preservar patrimônio dos poupadores, sobretudo os pequenos

:Governo continua avaliando spread | 22/04/2009

Diário do Grande ABC - O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, admitiu a possibilidade de adotar novas medidas para enfrentar o problema dos elevados bancários (diferença entre o custo de captação dos bancos e os juros cobrados nos empréstimos) no Brasil.

:Ajuda aos Estados será para investimentos | 22/04/2009

Valor Econômico - A linha de crédito extraordinária de R$ 4 bilhões anunciada pelo governo federal para os Estados terá juros subsidiados e recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), operados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

:Juros caem para conta garantida | 21/04/2009

Jornal da Tarde (São Paulo) - A modalidade de crédito conta garantida para pessoa jurídica está com juros mensais menores em relação à última semana.

:TEMPO É DINHEIRO NOS DOIS LADOS DA LINHA | 31/03/2009

Valor Setorial - O atendimento mais ágil reverte-se não só em melhora de imagem, mas também em oportunidade para conhecer mais o cliente.

:Vendas do varejo em 2008 cresceram 4,2% | 23/01/2009

O crescimento do nível de atividade do comércio em todo o País foi sustentado pelo crédito. Isso porque as vendas a prazo apresentaram expansão de 4,4% no ano, enquanto as vendas à vista caíram 21,1% na mesma base de comparação.

:Oito bancos baixam taxas do crédito | 23/01/2009

0 corte de um ponto percentual na taxa básica de juros já surtiu efeito nos bancos. Pelo menos as maiores instituições financeiras do país anunciaram entre terça-feira e ontem reduções em várias modalidades de crédito ao consumidor e também para as empresas.

:Inadimplência com cheques registra alta de 1,5% em 2008 | 22/01/2009

O índice é o segundo maior desde 1994, quando começou o levantamento, perdendo apenas para o volume de cheques devolvidos a cada mil compensados em 2006, que foi de 20,7.

:Volume de cheques devolvidos cresce 8% | 22/01/2009

Índice de inadimplência é o 2º maior desde 1994; para economistas, aumento do desemprego deve elevar risco de atraso em pagamento. Serasa contabiliza 19,8 cheques sem fundos para cada 1.000 compensados em 2008; dados são piores no Norte e no Nordeste

:Seguros de crédito e garantia apresentam alta após a crise | 20/01/2009

A crise financeira internacional impulsionou o crescimento do seguro de crédito e garantia.

:Crédito, o que fazer? | 20/01/2009

Alguém ainda acredita que os bancos internacionais voltarão a emprestar no futuro próximo?

:Bancos reduzem juros do crédito pela primeira vez em sete meses | 15/01/2009

Taxa média paga pelos clientes caiu de 7,61% para 7,49%

:Juros não pesam na decisão de compra | 28/08/2008

O Estado de S.Paulo. Estudo mostra que principal preocupação do consumidor paulistano é saber se a parcela cabe no orçamento.

:INSS é contra alta no consignado | 22/08/2008

Diário de S.Paulo - Aposentados e pensionistas que querem recorrer ao crédito consignado podem respirar aliviados. O Governo vai defender a manutenção da taxa de juros desta modalidade de empréstimo, apesar de os bancos reivindicarem a elevação de acordo com o reajuste da taxa Selic, o que significaria um aumento de 2,50% para 2,63% ao mês.

:Cresce oferta de Cartão para aposentados | 22/07/2008

Jornal Notícia Agora, Vitória-ES.
Os bancos estao engrossando a disputa pelos aposentados e pensionistas do INSS, com a oferta do cartao de credito especifico para esse público.

:Cresce preocupação com crédito à pessoa física, diz Tendências | 22/07/2008

Folha de S.Paulo.
Uma das grandes dúvidas do mercado é saber se o atual ritmo de crescimento do crédito, principalmente à pessoa física, é ou não sustentável a longo prazo. O crédito tem crescido a um ritmo de 30% ao ano, o que, para muitos, é considerado excessivo e capaz de trazer problemas de inadimplência para a economia, no caso de uma alta da inflação.

 

:Crivo completa 10 anos e apresenta área de Serviços no CIAB | 01/06/2010

Fator Brasil Online - Depois de se fincar no mercado financeiro como desenvolvedora de sistemas para decisão de crédito, risco e fraude, Crivo busca espaço com a oferta de serviços.

:Crivo aborda o uso da tecnologia na criação de scoring no II Fórum Witrisk | 27/05/2009

A Crivo participará do II Fórum Witrisk – Conscientização gerando lucros, nova visão e perspectiva do crédito, promovido pela Witrisk, nesta quarta-feira, 27, e quinta-feira, 28, no Hotel Renaissance, em São Paulo.

:Expositores do Ciab Febraban mostram seus lançamentos durante o maior evento de tecnologia das instituições financeiras da América Latina | 10/04/2009

A novidade da Crivo será o Crivo Serviços. A empresa apresentará o novo departamento criado para oferecer consultoria e assessoria técnica e operacional aos usuários do seu software de análise de crédito e risco.

:A empresa participa do Congresso Consumidor Moderno de Crédito, Cobrança e Meios de Pagamento. | 30/03/2009

Crivo palestrará sobre avaliação de riscos na concessão de crédito em evento do setor

:Crivo patrocina o CIO IT Summit de Finanças 2008 | 01/09/2008

O evento reúne os CIOs das maiores empresas do setor financeiros do Brasil. A agenda inclui apresentação de casos de sucesso, debates, palestras de fornecedores, além de atividades que promovem o relacionamento interpessoal.

:Crivo aumenta investimento no CIAB e aposta no evento para fechar novos negócios | 05/06/2008

Crivo dobrou o tamanho do seu estande e investiu na localização e na criação de um espaço moderno para receber clientes e visitantes.

:Crivo no Info Financial Meeting 2008, em Campos do Jordão | 12/03/2008

Crivo patrocinou o Info Financial Meeting 2008

:Evento - Crivo no CIAB 2008. Mais novidades no ar... | 18/02/2008

CIAB FEBRABAN

11, 12 e 13 de junho de 2008

Transamérica Expocenter – São Paulo
Avenida Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387
Santo Amaro - São Paulo, Brasil - CEP 04757-020 - Localização
A edição, a 18ª, terá como tema central Tecnologia e Segurança.